3 dicas para identificar os primeiros sinais de Parkinson em um familiar
Detectar os sintomas iniciais do Parkinson é fundamental para iniciar tratamentos que promovam a reabilitação e a manutenção da mobilidade

A doença de Parkinson é uma condição que afeta o sistema nervoso central (região do cérebro encarregada de receber e processar informações), principalmente o sistema motor, responsável por controlar os movimentos do corpo. Além disso, a doença de Parkinson é neurodegenerativa, progressiva e seus primeiros sintomas podem surgir cedo até mesmo antes dos 50 anos.
Quais as causas do Parkinson?
A causa da doença é a redução progressiva da produção de dopamina, uma molécula cerebral responsável por controlar os movimentos como andar, escrever e falar. É a segunda doença neurodegenerativa (quando os neurônios se deterioram) mais comum no mundo, e afeta cerca de 11 milhões de pessoas.
Leves tremores nas mãos
Segundo a Dra Carolina Souza, nos estágios iniciais é preciso prestar atenção aos tremores leves, especialmente nas mãos, que podem surgir até mesmo em repouso. Uma vez que “esse é um dos sinais mais característicos e pode aparecer anos antes de outros sintomas se manifestarem”, afirma a neurocientista especialista em parkinson.
Mudança na mobilidade e coordenação
A segunda dica é observar mudanças na mobilidade e na coordenação. Neste caso, movimentos que antes eram automáticos, como caminhar ou levantar-se de uma cadeira, podem começar a demorar mais tempo. A rigidez muscular e a bradicinesia, que é a lentidão dos movimentos, são sinais comuns e devem ser monitorados de perto.
Alterações na postura e equilíbrio
Por fim, a terceira dica é estar atento às alterações na postura e no equilíbrio. Em geral, pessoas com Parkinson podem começar a se inclinar para frente ou para trás sem perceber, e quedas podem se tornar mais frequentes. Embora sutis, essas mudanças são indicativos importantes de que o sistema nervoso central está sendo afetado.
Tratamento do Parkinson
Uma vez que a doença de Parkinson foi identificada e diagnosticada, o paciente deve iniciar o tratamento o mais rápido possível para retardar a progressão da doença.
Além da medicação, que ajuda a controlar os sintomas, a reabilitação física é essencial com tratamentos visando a manutenção da mobilidade.
Com a finalidade de manter a mobilidade e melhorar a qualidade de vida dos pacientes, a neuromodulação não invasiva e a terapia ocupacional mostram-se eficazes.

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