4 distúrbios mais comuns após um traumatismo craniano
Conheça os principais tratamentos para tratar cada um desses distúrbios causados pelo traumatismo craniano

O traumatismo craniano pode deixar consequências profundas na vida de uma pessoa, afetando desde as funções cognitivas até a mobilidade e o comportamento. Sendo assim, mesmo após a recuperação física, os danos neurológicos podem persistir, exigindo um longo processo de reabilitação.
A seguir, veja os distúrbios mais comuns após um traumatismo craniano:
1. Comprometimento Cognitivo
Geralmente, após um traumatismo craniano, a cognição é uma das áreas mais afetadas. Sendo assim, o comprometimento cognitivo pode se manifestar em dificuldades de memória, atenção, concentração e raciocínio.
A princípio, pessoas que sofreram um trauma podem ter problemas para lembrar informações, realizar tarefas cotidianas ou tomar decisões. Esse tipo de distúrbio pode prejudicar o retorno ao trabalho ou à vida acadêmica, afetando a autonomia do paciente.
2. Distúrbios Motores
Nos casos de danos ao sistema nervoso central, as dificuldades motoras, como fraqueza muscular, perda de equilíbrio e coordenação podem ocorrer. Nesse sentido, os distúrbios variam de leves a graves, incluindo paralisia parcial ou total.
Portanto, a reabilitação física, como fisioterapia, é essencial, mas novos tratamentos estão surgindo para melhorar a recuperação motora.
3. Distúrbios Emocionais e de Comportamento
Mudanças no comportamento e no humor são frequentes após um traumatismo craniano. Sendo assim, irritabilidade, depressão, ansiedade e alterações de humor repentinas podem surgir, dificultando os relacionamentos pessoais e a reintegração social.
Apesar de esses distúrbios emocionais serem muitas vezes negligenciados, eles são fundamentais para o bem-estar geral do paciente e, por isso, precisam de tratamento adequado.
4. Distúrbios Sensoriais
Além disso, lesões cerebrais também podem afetar os sentidos, levando a problemas de visão, audição, olfato e paladar. Portanto, zumbido nos ouvidos (tinnitus), visão embaçada e perda de sensibilidade ao toque são sintomas comuns. Essas alterações podem prejudicar a qualidade de vida e limitar a capacidade de realizar atividades diárias.
Novas abordagens de tratamento
Nos últimos anos, a neuromodulação não invasiva tem se destacado como uma tecnologia promissora no tratamento de distúrbios neurológicos, incluindo os causados por traumatismos cranianos.
Sendo assim, técnicas como a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) e a Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (ETCC) estão sendo utilizadas para melhorar as funções cerebrais, estimulando áreas danificadas e promovendo a recuperação.
De acordo com a neurocientista e pesquisadora do Hospital das Clínicas do grupo de distúrbios de movimentos da Faculdade de Medicina da USP, Carolina Souza, uma das grandes vantagens do tratamento é que ele não é invasivo, ou seja, não requer cirurgias ou procedimentos agressivos: “As técnicas de neuromodulação não invasiva atuam estimulando áreas específicas do cérebro com impulsos elétricos ou magnéticos, ajudando na reconexão neuronal e melhorando os sintomas de distúrbios cognitivos, motores e emocionais”, afirma a neurocientista.
Portanto, combinando a neuromodulação com terapias tradicionais, como fisioterapia e psicoterapia, os pacientes têm a chance de alcançar uma recuperação mais rápida e eficaz, restabelecendo suas vidas com maior qualidade e independência.
Conheça história de Antonio Radsom como paciente da Reabilitar Clínica:
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