Depressão recorrente: você sabia que existe tratamento?
Descubra como tratar a depressão recorrente e conheça novas alternativas terapêuticas

A depressão recorrente, também conhecida como depressão crônica, é um transtorno que atinge milhões de pessoas no mundo. Caracterizada por episódios depressivos que aparecem e desaparecem ao longo do tempo, essa condição exige cuidados constantes e acompanhamento médico regular.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2024 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), cerca de 30% dos brasileiros que enfrentam a depressão têm episódios recorrentes, o que pode dificultar a retomada da qualidade de vida.
Como é realizado o tratamento da depressão recorrente?
O tratamento da depressão envolve uma abordagem multidisciplinar, combinando medicamentos antidepressivos, psicoterapia e mudanças no estilo de vida. No entanto, mesmo com esses cuidados, é comum que alguns pacientes não tenham um resultado satisfatório aos tratamentos tradicionais.
Sendo assim é importante buscar novas opções terapêuticas que ajudem a controlar os sintomas e a evitar recaídas frequentes.
Pesquisa científica e novas abordagens de tratamento
De acordo com uma pesquisa publicada recentemente no JAMA Psychiatry intitulada de “Estimulação Theta-Burst intermitente acelerada e depressão bipolar refratária ao tratamento – Um ensaio clínico randomizado” uma nova terapia de estimulação cerebral no tratamento de depressão resistente obteve resultados promissores.
O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de Stanford, testou uma técnica chamada “estímulo transcraniano de alta frequência”, que mostrou ser eficaz para reduzir os sintomas em pacientes que não respondiam a tratamentos convencionais.
Assim, dos participantes, 53% experimentaram uma resposta positiva, e cerca de 40% alcançaram a remissão total dos sintomas. Certamente, estes resultado abre uma nova esperança para milhões de pessoas que sofrem dessa condição.

Neuromodulação não invasiva para o tratamento de depressão recorrente
Para este fim, a técnica do estudo é a neuromodulação não invasiva, uma abordagem que tem mostrado resultados promissores no tratamento da depressão resistente.
Esse método, que inclui a estimulação magnética transcraniana (EMT), age diretamente nas áreas do cérebro relacionadas ao humor, ajudando a reequilibrar a atividade cerebral de forma segura e eficaz.
Segundo a neurocientista, Carolina Souza, o tratamento com a neuromodulação não invasiva pode ser muito efetiva em casos de depressão recorrente, porque estimula a neuroplasticidade dos neurônios, promovendo a reorganização das conexões cerebrais: “A técnica utiliza estímulos elétricos ou magnéticos para modular a atividade cerebral, oferecendo uma alternativa a pacientes que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como medicamentos antidepressivos.
Portanto, a neuromodulação pode ajudar a restaurar o equilíbrio das funções cerebrais envolvidas no humor, proporcionando alívio dos sintomas e uma melhora significativa na qualidade de vida”, afirma a neurocientista.
Conheça a história da Dona Carmen, paciente de neuromodulação não invasiva da Reabilitar Clínica.
Você sabia que é possível tratar depressão recorrente com a neuromodulação não invasiva? Entre em contato com o atendimento da Reabilitar Clínica e conheça as nossas opções de tratamentos.
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