DOENÇA DE ALZHEIMER
A Doença de Alzheimer é uma enfermidade neurodegenerativa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e é caracterizada pela perda progressiva da memória e outras habilidades cognitivas.
Com o envelhecimento da população, compreender os aspectos-chave da Doença de Alzheimer se torna essencial para a detecção precoce, o desenvolvimento de terapias eficazes e o apoio adequado aos pacientes e suas famílias.
Neste texto, vamos apresentar suas causas, sintomas e abordagens de tratamento, a fim de fornecer uma visão abrangente sobre a Doença de Alzheimer e seus desdobramentos na qualidade de vida de seus portadores.
O QUE É A DOENÇA DE ALZHEIMER?
A Doença de Alzheimer é uma moléstia neurodegenerativa que afeta as funções cerebrais como memória, linguagem, raciocínio, comportamento e são comprometidas de forma lenta e progressiva, levando o paciente a uma dependência para executar suas atividades de vida diária.
É um processo diferente do envelhecimento cerebral, pois ocorrem alterações patológicas no tecido cerebral, como deposição de proteínas anormais e morte celular.
No Brasil, estima-se que cerca de um milhão de pessoas sofram de Doença de Alzheimer. Além disso, a doença acomete principalmente pessoas entre 60 e 90 anos, podendo aparecer antes e também depois desta faixa de idade, porém, com menor frequência.
QUAIS OS SINTOMAS DA DOENÇA DE ALZHEIMER?
Os sintomas da Doença de Alzheimer podem variar de pessoa para pessoa e se desenvolvem gradualmente ao longo do tempo. Aqui estão alguns dos principais sintomas observados na doença:
- Perda de iniciativa e interesse: diminuição da motivação para participar de atividades sociais, hobbies ou outras atividades que antes eram prazerosas;
- Dificuldade na linguagem: dificuldade em encontrar palavras certas durante uma conversa, substituição de palavras por termos incorretos ou dificuldade em entender o discurso dos outros;
- Problemas na execução de tarefas diárias: dificuldades em realizar tarefas rotineiras, como se vestir, preparar refeições ou cuidar da higiene pessoal;
- Perda de memória: é uma das características mais comuns da pessoa com a Doença de Alzheimer, especialmente a dificuldade em lembrar informações recentes, eventos importantes ou conversas recentes;
- Mudanças na personalidade e humor: pacientes podem apresentar alterações comportamentais, como irritabilidade, ansiedade, depressão, agitação ou apatia;
- Dificuldades cognitivas: isso inclui problemas de concentração, raciocínio lento, dificuldade em tomar decisões e realizar tarefas que antes eram simples;
- Desorientação espacial e temporal: pessoas com esta doença podem se perder em lugares familiares, esquecer datas importantes ou ter dificuldade em seguir instruções de orientação.
É importante ressaltar que a presença desses sintomas não significa necessariamente que a pessoa tenha Doença de Alzheimer. Sendo assim, um diagnóstico preciso deve ser feito por um médico especializado, levando em consideração uma avaliação completa dos sintomas e exames específicos.
QUAIS AS CAUSAS DA DOENÇA DE ALZHEIMER?
Ainda não está bem estabelecida uma causa específica para o aparecimento da doença. Mas o que se sabe é que existe uma forte relação com o avanço da idade e também com os fatores de risco.
Além disso, a depressão, traumatismo craniano, isolamento social e hábitos ruins também podem impulsionar o aparecimento da doença. Confira algumas das principais teorias sobre as causas da Doença de Alzheimer:
- Doenças cardiovasculares: problemas como hipertensão arterial, diabetes, colesterol alto e doenças cardíacas podem estar relacionados ao aumento do risco de desenvolver esta doença;
- Estilo de vida e fatores ambientais: certos fatores de estilo de vida, como uma dieta pouco saudável, falta de exercício físico, tabagismo e baixo nível de atividade mental, podem contribuir para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer;
- Idade avançada: o envelhecimento é o maior fator de risco para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer. Afinal, a doença é mais comum em pessoas com 65 anos ou mais, embora também possa ocorrer em idades mais jovens;
- Lesões cerebrais: traumas cranianos graves ou repetidos podem aumentar o risco de desenvolver a Doença de Alzheimer;
- Emaranhados neurofibrilares: outra característica desta doença são os emaranhados neurofibrilares, que são emaranhados anormais de uma proteína chamada tau dentro das células nervosas. Esses emaranhados prejudicam o funcionamento normal das células;
- Acúmulo de placas beta-amiloide: no cérebro de pessoas com Doença de Alzheimer, ocorre um acúmulo anormal da proteína beta-amiloide, formando placas entre as células nervosas. Essas placas interferem na comunicação entre as células e podem levar à morte celular;
- Genética: acredita-se que certos genes estejam associados a um maior risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Portanto, ter um histórico familiar da doença pode aumentar a probabilidade de desenvolvê-la.
COMO A NEUROMODULAÇÃO PODE AJUDAR NO TRATAMENTO?
Existem medicações que atualmente tratam os sintomas da doença ou diminuem a velocidade de perda funcional em cerca de cinco anos ou mais, podendo oferecer mais tempo com qualidade de vida ao paciente e aos familiares.
Além disso, a neuromodulação, quando bem associada aos treinos de reabilitação cognitiva, pode ajudar no tratamento da pessoa com a doença de Alzheimer estimulando áreas específicas do cérebro, melhorando diversas funções cognitivas, reduzindo sintomas e retardando a progressão da doença.
É importante ressaltar que o tratamento deve ser individualizado e baseado nas necessidades e características de cada paciente, sendo fundamental consultar um profissional especializado para avaliação e orientação adequadas.
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