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Esclerose Múltipla: conheça os 5 primeiros sinais da doença

Saiba como perceber os sintomas da esclerose múltipla na fase inicial e como a neuromodulação não invasiva pode ajudar 

Créditos da imagem: https://g6exames.com.br/portal/index.php/sintomas-e-doencas/esclerose-multipla

A esclerose múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica que afeta o sistema nervoso central, mais especificamente o cérebro e a medula espinhal.

Os primeiros sintomas da condição podem variar e seus sinais podem aparecer de forma súbita ou gradual. Além disso, muitas vezes são confundidos com outras condições, dificultando o diagnóstico precoce.


Conheça os cinco primeiros sintomas mais comuns da esclerose múltipla (EM):

  1. Fadiga – Uma sensação extrema de cansaço, muitas vezes desproporcional à atividade realizada.
  2. Problemas de visão – Como visão embaçada, perda parcial de visão (neurite óptica) ou dor ao mover os olhos.
  3. Dormência ou formigamento – Sensações anormais nas extremidades, como dormência, formigamento ou sensação de queimadura.
  4. Dificuldades motoras – Fraqueza muscular, problemas de coordenação e equilíbrio, que podem dificultar a locomoção.
  5. Espasmos musculares – Rigidez ou espasmos involuntários, principalmente nas pernas.

Esses sintomas podem variar em intensidade e frequência de pessoa para pessoa, e geralmente aparecem em surtos.


Como é feito o diagnóstico de esclerose múltipla?

O diagnóstico de esclerose múltipla é geralmente feito por um neurologista e envolve uma série de exames, como a ressonância magnética.

Dessa forma, esses exames detectarão lesões no cérebro e na medula espinhal, além de punção lombar para análise do líquido cefalorraquidiano.

Além disso, os testes ajudam a descartar outras condições com sintomas semelhantes e a confirmar a presença da EM, permitindo o início rápido do tratamento.


Quais são os tratamentos disponíveis para esclerose múltipla?

Os tratamentos para a esclerose múltipla focam em controlar os sintomas, reduzir a frequência de surtos e retardar a progressão da doença.

Portanto, medicamentos imunomoduladores, reabilitação física e terapias ocupacionais são fundamentais para ajudar os pacientes a manter a qualidade de vida e a independência. 

Segundo a neurocientista e pesquisadora do Hospital das Clínicas do grupo de distúrbios de movimentos da Faculdade de Medicina da USP, Carolina Souza, a EM é uma doença que afeta muito a qualidade de vida do paciente.

Por isso é preciso que o indivíduo passe por uma reabilitação com médico e equipe especializados em doenças desmielinizantes: “Isso pode ajudar na qualidade de vida, manter a vida ativa. Por ser uma doença que afeta os movimentos, o paciente precisa manter atividades físicas regulares. A qualidade de vida do paciente com esclerose múltipla pode ser boa. Basta ele seguir à risca as orientações da equipe médica”, afirma a neurocientista.


Tratamento de esclerose múltipla pela neuromodulação não invasiva

Uma opção de tratamento de reabilitação motora e cognitiva que vem trazendo cada vez mais resultados para os pacientes é a neuromodulação não invasiva.

As duas técnicas mais utilizadas na neuromodulação são:

  • Estimulação Magnética Transcraniana (TMS): utiliza campos magnéticos para estimular áreas específicas do cérebro, ajudando na recuperação motora ou cognitiva
  • Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (tDCS): envolve a aplicação de correntes elétricas fracas para modular a excitabilidade neuronal, facilitando a recuperação de funções. 
Créditos da imagem: Reabilitar Clínica

Além disso, a união dessas técnicas com o treino motor, cognitivo e fonoaudiólogo durante o tratamento podem potencializar os resultados do tratamento como explica a neurocientista Carolina Souza: “Esses métodos podem, com associação de fisioterapia neurofuncional, potencializar as respostas motoras, cognitivas e fonoaudiológicas dos pacientes, aumentando os efeitos da reabilitação de um modo geral, minimizando sequelas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes com esclerose múltipla”, afirma a neurocientista especialista em reabilitação motora.

Leia aqui a entrevista que a Dra Carolina Souza, neurocientista deu para a Agência Brasil sobre o tratamento e reabilitação da esclerose múltipla.

Embora ainda não exista cura para a esclerose múltipla, os avanços no tratamento têm permitido que muitas pessoas convivam com a doença de forma mais controlada e com menos limitações.

Algum familiar ou amigo seu possui algum dos sintomas da esclerose múltipla?  Ou já tem o diagnóstico para a doença? Saiba como a Reabilitar Clínica pode ajudar com os nossos tratamentos como fisioterapia, neuromodulação não invasiva e fonoterapia.

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